
Modelo implantado pelo SLU em 2016 fortalece associações da categoria, amplia a coleta seletiva e garante mais dignidade e renda para centenas de trabalhadores. A coleta seletiva inclusiva, ou seja, aquela feita por cooperativas de catadores completou dez anos no Distrito Federal. O processo de inclusão dos catadores como prestadores de serviço começou em maio de 2016, quando o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) firmou os quatro primeiros contratos de coleta seletiva com cooperativas e associações da categoria. Ao longo desses dez anos, o número de contratos só aumentou, chegando, atualmente, a 31 cooperativas de catadores contratadas pelo SLU que prestam o serviço de coleta seletiva e triagem de material reciclável. As contratações garantem a cobertura dos custos operacionais das cooperativas, como equipes de coletores e motoristas, uniformes, equipamentos de...






















